Subverso

Não foi fácil publicar o primeiro livro “Subverso – barulho no escuro dos corpos”, já que não via sentido nisso (leia o prefácio de “Subverso” para entender esse dilema e ver como enxergava e ainda enxergo a arte). Foram quatro anos de luta interna até que cedi: o “poeta” – que não aceitava (e ainda não aceita bem) essa denominação – abriu suas vísceras em praça pública. Na capa, ele mesmo, nu, em fotos da querida Cristina Beskow. Se era pra se expor, que fosse com tudo! Dividido em três partes (“Corpo fátuo”, “Corpo facho”, “Corpo fato”), os poemas abordam minha luta contra a ordem, seja a ordem “natural” da vida (a perda de minha mãe e de meu pai), a ordem moral sobre o corpo (a palavra encontrando o outro, como outra pele), ou a ordem social do capital (agir a palavra!). Este livro está esgotado, mas você pode adquiri-lo como ebook. Aqui, algumas poesias de “Subverso”: Silêncio nos olhos, Subverso, Vias do fato.

O Projeto

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O Bando
porque uma andorinha sozinha não faz verão
O Ninho
minha casa móvel, La Poderosa III, Lindjinha
As Asas
arte e luta que me sustentam no ar
O Vôo
a busca pelo horizonte humano da liberdade coletiva
O Passarinho
qual sua espécie? que rumos habita? qual seu canto?